– Amor, você está bem? – A voz de Joseph ecoou pela sala de estar enquanto ele entrava segurando um buquê de rosas vermelhas. O arranjo era impecável, e, mais uma vez, ele havia escolhido rosas sem espinhos. Era o seu jeito de demonstrar cuidado, algo que nunca mudou ao longo dos anos. Mesmo nos dias mais difíceis, esses pequenos gestos conseguiam arrancar um sorriso meu.
Eu me virei para ele, tentando parecer tranquila.
– Estou – respondi, mas minha voz soou hesitante. A verdade era outra. Nos