O copo de uísque girava na minha mão, mas eu não tinha coragem de beber. O líquido âmbar parecia um alívio tentador, mas eu sabia que não resolveria nada. A culpa continuava queimando dentro de mim, como uma chama persistente, me lembrando, a cada segundo, do erro que cometi.
Eu tinha deixado Olívia sozinha na estrada. Por quê? Porque perdi o controle. De novo.
Levantei de repente, o som do copo batendo na mesa ecoando pelo ambiente vazio da sala. Andei de um lado para o outro, os passos ecoa