Dionísio
Selene estava me deixando cada dia mais velho, com sua petulância, ousadia e a boca ainda mais esperta. Aquela garota simplesmente não para quieta, só pode ser um castigo, um que adorarei imenso domar, mesmo que ela possua um espírito selvagem.
— Você não vai. — Falo parado em frente a porta olhando para garota que bate o pé emburrada. — Ficará em casa, protegida do temporal.
— Ah-Claro. — Revira os olhos cruzando os braços. — Eu não posso, mas você pode!
— Tesoro, eu tenho que trabal