Selene
— Entre. — Ele diz apontando para porta a seguir á do meu quarto.
— O que tem ali dentro? — Questiono tocando na maçaneta cogitando a ideia de entrar porém a curiosidade grita para que eu entre.
— Somente entre.
— Nossa que humor do cão. Você não sabe sorrir não?
— Temos que trabalhar na sua linguagem. Não é nada apropriada.
— Sabe que mais eu vou entrar.
Abro a porta entrando no quarto e sinto meu coração aquecer. Tapo minha boca andando devagar como se estivesse imersa naquele lugar.