Entre raízes expostas, uma coelhinha branca se debatia. O pelo manchado de sangue, a respiração curta, irregular. Um ferimento profundo no flanco.
Camila sentiu a dor como se fosse sua.
— Cúria — disse Sekhmet, usando o tom ritualístico. — Você tem poder de vida e morte. Tente.
— Eu não sei como — Camila respondeu, angustiada.
Dois minutos e quatorze segundos, informou a loba. Depois disso, o fio se rompe.
Camila congelou.
— Você… você sabe quando ela vai morrer?
Sim. Mas esse dom é seu. Você t