Mundo ficciónIniciar sesiónMas sua alegria só aumenta a minha angústia. Se ao menos ele entendesse... Se ao menos soubesse que esse "depois" do qual falo pode nunca chegar, porque no mundo em que estou presa, tudo é efêmero; tudo pode desaparecer em um piscar de olhos: como o prédio onde crescemos… ou a estabilidade de nossas vidas.
—Não me aperte, que me dói —protesto, empurrando-a. Luci se afasta de mim, envergonhada. Ela me examina com o olhar preocupado; havia se esquecido de todas as minhas feridas. Ao ver que não me machuquei mais, reagiu como se tivesse desligado e ligado um botão diferente. —Alessandro te deu a casa? É bonita? Vou ter meu próprio quarto? Onde fica? É como a casa dos milionários? —me enche de perguntas. —Não pergunte tanto e vá dizer às funcionárias o que fazer —peço, escon






