Mundo ficciónIniciar sesiónO rico cheiro do café que minha mãe faz todas as manhãs me acorda. Tento me mover, mas tudo me dói, me sinto febril. Finalmente consigo me virar e percebo que Luci está ao meu lado; a chamo.
—Luci, Luci, acorda —a chamo suavemente.—Diga-me, Lili, você está se sentindo mal? A febre já passou? —diz enquanto toca minha testa.—Tive febre? —pergunto, levando uma mão à minha testa.—Sim, a noite toda. Não chamei mamãe para que não percebesse nada. O que aconteceu com você, minha irmã? —pergunta realmente preocupada—. Porque essa enorme ferida que você tem nas costas não pode ser de uma queda.Fico em silêncio, observando o teto do quarto. Tinha um nó na garganta e um buraco no peito que não sabia como preencher. Luci não parava de me olhar, seus olhos cheios de preocup






