208. UMA CONVERSA PERIGOSA
DAMON:
Quis protestar, mas o que eu iria dizer? Ele estava certo. Foram tolices minhas. Eu estava tão certo da minha Celia que sabia que ele não conseguiria nada. Queria rir dele, que conseguia tudo, e disse que ela era a única coisa que ele não teria na vida.
Pareci, abaixando a cabeça diante das lembranças. Porque nunca imaginei que Minetti obrigaria seu avô a pedir compromisso aos pais de Celia, que imediatamente disseram que sim.
— Você sabe, entre Minetti e eu, você sabe a quem eles prefeririam. Os Cavalieri têm dinheiro, mas nunca como eles —suspirei com dor no peito—. Também não se compara o poder que eles possuem em todos os países. Então talvez isso da organização secreta à qual pertencem seja verdade. E já te disse que não o odeio por isso, mas por não cuidar dela adequadamente e deixá-la ser assassinada. Não quero que ele seja feliz, assim como eu também não serei.
— Não é porque ele matou sua esposa grávida? —perguntou Damon.
— Ele não fez isso! De onde você ti