161. O ENCONTRO
Alessandro me deixa desabafar, acende um cigarro com uma tranquilidade que me tira ainda mais do sério. Inspira lentamente, sem tirar os olhos de mim, enquanto eu ando frenética de um lado para o outro como uma leoa enjaulada. De repente, joga o cigarro pela janela e vem direto me parar.
—Lili, você tem que se acalmar —me diz muito sério—. Temos coisas mais importantes a fazer agora.
—Entendo que ele queira se tornar cirurgião por seus próprios esforços! Isso eu entendo! —continuo gritando