Mundo de ficçãoIniciar sessãoBaixo a cabeça, olhando atentamente a torneira enquanto o espelho à minha frente reflete a sombra de sua imponente figura. Sua presença parece preencher todo o banheiro, consumindo o ar. Não sei se é pelo cheiro do sabonete caro de sua pele ou por essa mistura de ameaça e atração que sempre o acompanha.
— Não, não, não, senhor! —exclamo, desajeitada, sem saber onde me enfurnar. Meu cérebro me trai, e de repente começo a tratá-lo por "senhor" como se isso pudesse criar alguma distância entre nós—. Eu só... só estava urinando. Falar rápido nunca foi meu forte e hoje minha boca estava empenhada em ignorar qualquer indício de autocontrole. — Veja, eu não sabia que você estava no banheiro, e não importa se eu te vi nu; não há razão para se envergonhar,






