Enquanto Al Rashid tomava banho, fechei os olhos e tentei dormir outra vez.
Meu corpo parecia desligar por pequenos períodos, mas nunca descansava de verdade. O sono vinha fragmentado, interrompido pela adrenalina do parto, pela amamentação, pelas emoções acumuladas e principalmente pela presença dele dentro da minha casa.
E isso era o mais perigoso de tudo.
Porque bastava eu fechar os olhos para lembrar do corpo dele atravessando o quarto completamente sem vergonha alguma.
Suspirei irritada co