_ Me diga a verdade: ninguém nunca tocou em você assim? _ele pergunta, sua boca pressionada na minha nuca.
_ Não.
_ Nem mesmo seu ex?
Balanço a cabeça, fechando os olhos enquanto meu corpo acolhe a intrusão.
_Então sou um sortudo.
Ele puxa o dedo para fora e depois o desliza de volta, apenas a ponta, repetidas vezes, em um ritmo meticulosamente lento.
"Veja-me fazer isso", ele ordena, e eu abro os olhos para ver a umidade escorregadia cobrindo sua pele a cada passagem. "Você está querendo isso