O sol da manhã entrava pela janela do quarto de Sarah, tingindo o ambiente de um tom dourado, mas a luz não conseguia dissipar a sombra que se instalara em seu coração. Ela se sentou na cama, a xícara de chá ainda intocada, e olhou para o teto, perdida em seus pensamentos. O peso do contrato, do casamento e da expectativa de todos a oprimia.
Robert apareceu na porta, com um semblante leve, como se carregasse uma aura de esperança que ela não conseguia sentir. Ele sempre fora gentil e atencioso,