Lavínia o esperou do lado de fora, sem conseguir conter a ansiedade. Afinal... o que ele tinha conseguido? Também não conseguia deixar de sorrir, cética, pensando que ele estava tentando se aproveitar de alguma forma.
— Está pronta? — ele perguntou, descendo da varanda e mostrando-lhe o envelope pardo, ao mesmo tempo que o portão da casa ao lado abria, saindo uma senhora encurvada.
— Bom dia, senhor... — ela disse com a voz arrastada, aproximando-se dos dois. — A menina que morava nessa casa