Sérgio contou, com uma precisão quase cruel, tudo o que havia acontecido naquele ano.
Eram detalhes específicos demais. Nem Cristiano, quando falara sobre o assunto, tinha explicado com tanta clareza.
Tantos anos já haviam se passado que, em um dia comum, se Isabela tentasse puxar aquilo da memória, talvez não conseguisse recuperar quase nada.
Mas, conforme Sérgio falava, as lembranças voltavam uma a uma, nítidas demais para serem ignoradas.
Quanto mais ele dizia, mais pálido ficava o rosto dela