Mas o que poderiam fazer?
Aquilo que não se consegue proteger já está perdido.
As lágrimas escorreram pelo rosto de Bruna. Ela sentia raiva de Cristiano, uma raiva amarga, sufocante, mas nem sequer conseguia encontrá-lo.
— Sou uma pecadora... Eu sou uma pecadora. — Bruna murmurou, a voz baixa e quebrada.
— Não fala assim de você mesma. — Disse Taís.
Ao ouvir a mãe se definir daquele jeito, Taís também sentiu o peito apertar.
Ela também não queria ir embora.
Desde que nascera, sempre vivera ali.