Sentada no sofá, Isabela sentia o sangue continuar escorrendo sem parar.
Sem hesitar, ligou diretamente para o 192.
Cristiano continuava sem atender.
Débora já estava em pânico. Só na quinta tentativa ele finalmente atendeu.
— O que foi? — A voz dele veio fria, cortante.
— Senhor Cristiano, volte imediatamente. A senhora Isabela… A senhora Isabela está sangrando muito. — Disse Débora, à beira do choro.
Enquanto falava, lançou um olhar involuntário para o local onde Isabela estivera de pé momento