Karine pigarreou do outro lado da linha.
— Bom… Então tá. Vai dormir.
Se a própria Isabela tinha dito que não tinha sido ela, então com certeza tinha sido outra pessoa.
Quem quer que tivesse feito aquilo, o resultado era… satisfatório demais.
No andar de baixo.
Bruna viu Cristiano descer sozinho, vestindo um roupão de dormir frouxo, jogado de qualquer jeito sobre o corpo.
O decote entreaberto deixava à mostra marcas de unhas ainda visíveis, quase provocantes.
O sangue de Bruna ferveu na hora.
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