Lílian, que até então ardia de raiva, caiu num silêncio repentino.
Ficou sentada na cama por um bom tempo, sem dizer nada. Sabrina, vendo que ela não pretendia falar mais, também não tentou confortá-la.
Aquela não era hora para consolo. O que importava agora era encontrar um jeito de continuar vivas. Numa situação dessas, cada uma precisava cuidar de si.
Quando Sabrina já ia se virar para sair e voltar ao trabalho, Lílian finalmente quebrou o silêncio:
— Então me diz... O problema da minha mãe,