Ele ergueu a mão de leve, e Samuel entendeu na hora. Tirou um taco de beisebol das mãos de um dos seguranças e o entregou a Cristiano.
Ao ver aquele pedaço de madeira grosso como um braço, Marcelo sentiu o corpo inteiro enrijecer.
— Não faz nenhuma loucura...
Se aquele taco o acertasse em cheio, ele poderia morrer ali mesmo, naquela noite.
Mas, no instante em que as palavras saíram de sua boca, Cristiano desceu o taco com violência sobre as costas dele.
Marcelo puxou o ar num tranco, tomado por