Mas agora…
Assim que chegou ao portão da mansão da família Pereira, Cristiano viu o carro de Isabela saindo.
Na mesma hora, a raiva voltou a ferver dentro dele.
Pegou o celular e ligou para Renato.
A chamada já estava quase caindo na caixa postal quando finalmente foi atendida.
— Cris.
— Vem me buscar.
Cristiano estava por um fio.
Sair dali a pé já era um tormento. Mesmo andando rápido, levava uns quarenta minutos. Num passo normal, passava fácil de uma hora.
Ou seja, a manhã inteira ia embora s