Quanto mais Isabela lutava, mais feroz ele a beijava.
O tempo parecia ter perdido o sentido. Só quando ela já não conseguia mais respirar foi que Cristiano finalmente a soltou.
No instante em que recuperou a liberdade, Isabela puxou o ar com avidez, como se tivesse acabado de emergir da água. Em seguida, ergueu a mão e estalou um tapa seco no rosto de Cristiano.
O olhar que lançou a ele estava carregado de ódio, como se quisesse devorá-lo vivo.
Um fio de sangue surgiu no canto da boca de Cristia