As lágrimas continuavam caindo, uma após a outra, fora de controle.
— Mar… Como você pode me tratar desse jeito… — Soluçou Lílian.
Os olhos de Cristiano se estreitaram.
Diante daquela frieza esmagadora, Lílian baixou o olhar, a voz tomada pela dor:
— A criança… Minha filha…
Cada sílaba vinha carregada de lamento.
Bruna também se virou para Cristiano, a voz trêmula:
— Quando é que a criança vai ser encontrada? Quando vão trazê-la de volta?
— Minha pobre filha… — Chorou Lílian, sem conseguir se co