Quando Isabela acordou, ainda se sentia meio tonta, com a cabeça pesada.
Cristiano estava sentado na cadeira ao lado da cama. Entre os dedos, segurava um cigarro apagado.
Ao perceber o movimento dela, ergueu o olhar.
Naquele instante, os olhos dele eram profundos como um poço sem fundo.
Isabela sentiu um frio atravessar o peito ao encarar aquele olhar.
— Isso aqui é… Um hospital.
Ela baixou os olhos e viu que vestia uma camisola hospitalar.
Cristiano respondeu com calma:
— Quer sair daqui agora?