Eu me assustei e me sentei, saindo dos braços de Jean.
Jean continuou conversando ao telefone por mais alguns instantes antes de desligar.
— O pessoal da embaixada perguntou se você quer ir vê-lo. O que você acha? — Perguntou Jean, olhando para mim.
— Não. — Respondi sem hesitar, balançando a cabeça. — Que façam o que tiver que fazer. Não tenho nada para falar com ele.
Só de lembrar das palavras de Davi e do que ele tentou fazer, meu corpo inteiro rejeitava a ideia.
Jean passou o braço em volta