Karen acordou sonolenta, com a cabeça pesada pelos medicamentos. Piscou várias vezes, tentando focar a visão. Luzes fluorescentes. Teto branco. Cheiro de hospital e uma dor no corpo todo.
“Onde estou?” ela resmungou confusa.
“Senhora Sterling,” uma enfermeira se aproximou com um sorriso gentil. “Que bom que acordou. Vou chamar o médico.”
As lembranças voltaram como uma avalanche. Lembrou-se que estava falando com Sebastian ao telefone e ouviu um estrondo. O impacto brutal. Metal retorcido. Vidr