O hospital estava mergulhado em silêncio, apenas o bip dos monitores preenchia o vazio branco do quarto. Uma mulher de cabelos negros e aparencia frágil estava deitada na cama.
“Eu quero ir para casa…” murmurou Lindsay, com a voz frágil, voltada para Peter.
Ele apertou a mão dela com cuidado. “Você vai, meu amor. Em breve.”
A mentira queimou em sua língua. Ele sabia que ela não tinha forças, mas não suportava deixá-la perder a esperança.
“O médico disse que ainda não encontraram um doador compa