Deixando as lembranças de lado, ao chegar em casa, de repente, uma pessoa surgiu no corredor.
Ele tapou minha boca e me empurrou contra a parede.
Meus olhos se estreitaram levemente e, por instinto, dei um soco em seu rosto, aproveitando o impulso para levantar o joelho, pronta para desferir um golpe fatal.
Ele gritou:
— Sou eu, Celina! Sou eu!
Braulio?
Isso só me deu mais motivo para bater.
Meu joelho subiu com força.
Ele caiu no chão, se segurando na parte inferior do corpo, en