Mas não adiantava. Nada acontecia. E, por mais que ela tentasse, meu corpo continuava inerte, indiferente ao toque dela. Segurei sua mão com firmeza, mas sem agressividade, e neguei com a cabeça. Não precisava dizer mais nada. Aquilo já dizia tudo.
Ela se vestiu em silêncio, visivelmente incomodada, e se preparou para sair do meu quarto. Assim que abriu a porta, deu de cara com a Sarah saindo do quarto à frente. E eu tinha que admitir… ela estava linda.
Mas não tive tempo de admirar sua beleza