A chuva de abril caía oblíqua contra as janelas de ferro do loft, tamborilando como dedos impacientes sobre o vidro. Dentro, o ambiente estava mergulhado numa penumbra dourada, cortada apenas pela luz fria do monitor de 27 polegadas e pelo brilho avermelhado de três velas quase no fim.
Yessica Almeida estava sentada de pernas cruzadas na enorme poltrona de veludo verde-musgo, vestindo apenas um robe de seda preta que escorregava teimosamente de um ombro. Seus seios pesados e cheios apareciam e