O outro lado do rosto de Júlia inchou imediatamente, e ela entendeu que Heitor já não era mais o mesmo, que já não havia razão e que explicar não adiantaria.
Mas ela não aceitava.
Não aceitava morrer ali, muito menos morrer por alguém que mal conhecia.
Diante da ameaça da morte, uma força inesperada surgiu.
Ela conseguiu se soltar.
E os dois passaram a se debater dentro do carro.
Como se tivesse enlouquecido, ela mordeu, arranhou, gritou sem parar:
— Ela se matou! Por que eu tenho que morrer tam