A partir daquele dia, Heitor se trancou em casa e nunca mais saiu.
Além de Maria, que aparecia de vez em quando, não recebia mais ninguém.
Também não respondia às mensagens.
Garrafas vazias de bebida estavam espalhadas por todos os cantos do quarto.
Ele só conseguia seguir vivendo à base de álcool, entorpecendo a própria consciência dia após dia, tentando suportar uma dor sem fim.
No dia 21 de janeiro, a porta, que há muito permanecia em silêncio, foi batida de repente.
Heitor acabara de acorda