Depois de alguns minutos, voltei para o volante e dirigi para casa, tentando não deixar que os pensamentos sobre aquela conversa me dominassem.
O telefone tocou de novo. Era a Lisa. Ignorei-a. Deixei-a gritar para o nada. Isso não é mais problema meu. Certo?
Abri a porta do apartamento devagar, exausta pelas emoções, e me concentrei em pensar nas crianças. Mas, para minha surpresa, Denis estava na sala. Ele tinha chegado do trabalho mais cedo do que o normal.
Elena estava na cozinha, e eu conse