O entardecer na Região Serrana de Roseira trazia uma névoa baixa que abraçava as montanhas, misturando-se ao cheiro de lenha queimada e terra úmida. O antigo casarão colonial, completamente restaurado, havia se transformado no coração pulsante da região. O letreiro discreto de ferro fundido na entrada anunciava o espaço: Pátio das Hortênsias.
Em três anos, o local virara uma lenda viva entre os apreciadores de arte, literatura e gastronomia. Na ala esquerda, a livraria aconchegante dividia espa