Anna pegou Eva nos braços e a levou para a sala de jantar no andar térreo. A menina chorava desconsoladamente, assustada com os gritos do pai e com o movimento apressado de Anna ao pegá-la no colo.
—Não chore, meu amor —sussurrou ela com doçura. —Seu pai está conversando com aquela senhora, mas logo virá buscá-la, eu prometo.
Mas a angústia de Eva era muito grande, ela nunca tinha visto seu pai gritar, muito menos com tanta raiva. Anna descia lentamente as escadas, acariciando suavemente seus c