Ana cantarolava baixinho enquanto descia os degraus da entrega da manhã, a caixa térmica de isopor mais leve em suas mãos. Essa entrega da confeitaria foi bem perto da orla, o mar está rugindo ao fundo, a brisa fresca é boa, agora que está concluída, era só voltar. Estava quase no meio-dia, Ana foi caminhando pois era bem perto e agora ela já pensava em almoçar e descansar os pés.
Distraída no celular, avisando Maria que terminou, ela virou a esquina da rua e, sem aviso, sentiu um impacto. A ca