Numa manhã fria de inverno, meu pai surgiu de repente, trazendo consigo uma criança da minha idade. Um menino que me encarou de cima, com uma expressão de superioridade, parando para pensar, éramos muito parecidos, quase gêmeos, se não fosse pela discreta diferença na cor de nossos cabelos – ironicamente, talvez uma forma do nosso DNA dizer que não éramos completamente irmãos – no fim, éramos estranhos um ao outro.
Eu tinha oito anos, e não queria ter um irmão. Mas o que realmente me incomodav