— Oi, Carolina!
Augusto acenou para mim com um sorriso travesso no rosto.
— Esperei por você quase uma hora! Carolina, hoje você se atrasou. — Ele balançava o pulso para me mostrar o relógio.
Eu respirei fundo, tentando suprimir a irritação que fervia no meu peito, e me aproximei dele com passos firmes.
Hoje, troquei os saltos altos por sapatos baixos; minhas pernas estavam fracas demais para suportar o cansaço.
— Carolina, você não está se sentindo bem? — O pirralho tinha olhos aguçados e perc