Ao lembrar de como ele já tinha me acusado injustamente antes, aproveitei a oportunidade para me vingar:
— Augusto, solta minha mão. Ou vou te acusar de assédio.
Ele riu, sem o menor sinal de preocupação:
— Pode acusar. Quero ver você ter coragem.
Ele não tinha medo mesmo.
Sem paciência para lidar com alguém tão descarado, tentei puxar minha mão de volta, mas ele continuou segurando. Com um sorriso cínico, ainda provocou:
— Mana, faz tempo que não nos vemos. Você está cada vez mais... Linda.
— V