Queria me enterrar ali mesmo. Pela segunda vez, tinha passado por uma situação vergonhosa com ele!
Da primeira vez, eu o vi saindo do banho. Agora, ele ouviu todos os meus devaneios sobre seu corpo.
Eu estava convencida de que ele tinha feito de propósito. Eu bati naquela porta por um bom tempo. Por que só abriu agora?
Naquele momento, a única saída era fingir que estava bêbada e que não lembrava de nada. Assim, eu não ficaria com vergonha, e ele que teria que lidar com o constrangimento.
— Luan