Esther estava sentada, segurando um pequeno buquê de flores e cheirando as pétalas com suavidade.
Marcelo se aproximou devagar e parou em frente a ela. Ele olhou para Esther com aquele brilho suave nos olhos, um olhar cheio de carinho.
— Pena que a gente não tem um celular agora, eu tiraria várias fotos suas.
Só naquele momento ele entendeu por que as pessoas sempre querem tirar fotos. Era como se quisessem capturar os momentos mais bonitos, para que nunca se perdessem.
Esther sorriu, mas era um