— Olá. — A voz do outro lado da linha soava em um português com um sotaque tão carregado que Esther reconheceu imediatamente. Era a mesma pessoa que havia usado o telefone de Luiz para ligar para ela dias atrás.
— Sou eu, Esther. A pessoa que o dono desse telefone queria contatar. Eu já cheguei a Iurani. Você pode me passar um endereço para nos encontrarmos? Ou, se for mais fácil, me envie o telefone por correio, mas preciso que me diga exatamente onde encontrou o aparelho. Eu prometo uma boa re