Marcelo não acreditava que a prisão fosse punição suficiente para ela. Era muito pouco. Ele queria que ela pagasse de verdade, e da pior forma possível.
— Você não é tão burra assim, afinal. — Marcelo falou com um tom de escárnio, a voz cortante como gelo. Ele a encarou como se fosse um juiz proferindo uma sentença final. — A sua vida, Sofia, acaba aqui.
— Não! Você não pode fazer isso! — Sofia gritou, desesperada. Seu coração parecia prestes a explodir. — Marcelo, isso é crime! Você não pode me