— Para de falar essas bobagens.
As lágrimas de Rita continuavam caindo, mas, dessa vez, não eram por Geraldo. Ela chorava por si mesma.
— Mas é verdade. — Disse ela, o olhar vazio, perdido. — Sempre que tenho pesadelos, é a mesma coisa. Sonho que morro, sozinha, e que ninguém vem buscar meu corpo. Não tenho família, nem amigos... Parece que, mesmo morta, seria tratada como um lixo qualquer.
— Esse dia nunca vai chegar, Rita. Eu prometo. — Geraldo tentou tranquilizá-la, com um tom firme.
Rita fec