Esther segurava a garrafa de leite ainda morna em suas mãos, sentindo o calor suave contra a pele. Ela tomou um gole hesitante, o líquido doce com um leve sabor de leite descia pela garganta, mas deixava um gosto amargo na boca. Seus pensamentos estavam embaralhados, uma mistura de alívio e desespero que ela tentava controlar.
— Descanse um pouco. — Marcelo, já com o ferimento tratado, disse com um tom que misturava preocupação e determinação. — Eu cuido do que for preciso com a polícia.
Ele que