- Eu sei, eu sei. - Joaquim respondeu, com um tom calmo e reconfortante, enquanto acariciava suavemente o braço de Rafaela. - Mas, Rafaela, o bebê está bem. Isso é uma bênção no meio de tudo isso, não é?
Rafaela soluçava de forma desesperada, seu corpo tremendo de emoção:
- Eu sempre pensei que minhas pernas poderiam se recuperar. Se não fosse por ouvir aquelas duas enfermeiras conversando lá fora, eu ainda estaria na ilusão de que poderia voltar a dançar. Eu me sinto tão culpada por este bebê