Ao chegar na frente da casa de Lorena, Duarte observou, através da janela limpa e da cortina, a luz suave que se espalhava de dentro um sinal claro de que ela ainda não havia dormido.
Ele bateu na porta, mas, ao não ouvir nada, ficou ali, esperando.
Não demorou muito, e Lorena apareceu para abrir a porta.
Ela havia acabado de sair do banho, e o vapor ainda parecia envolver sua pele. Seu rosto estava radiante como a neve das montanhas Tianshan, puro e imaculado.
Nos olhos de Duarte, uma cente