Rosana não conseguiu retirar a mão que estava presa. Um pânico discreto a fez abaixar a voz e dizer, com uma tensão crescente:
— Manuel, não seja tão cruel. Se eu gritar agora, o Dedé e os outros logo ouvirão.
Manuel ainda segurava sua mão com força. Seu rosto não demonstrava nem um pingo de nervosismo, apenas uma frieza implacável enquanto retrucava:
— Você realmente esqueceu o que eu te disse? Você se afastou de mim e já está tão ansiosa para se tornar madrasta de alguém?
Rosana, consumida pel