Josiane entrou. O espaço era bem amplo, com as mesas e cadeiras deixadas pela empresa anterior, todas organizadas e limpas.
Ela caminhou até a janela e olhou para fora.
— O que achou? — Yuri perguntou.
Josiane olhou para ela e disse honestamente:
— Nada de especial. Mas qual é o seu orçamento?
— Não tenho orçamento. Se eu me sentir bem no lugar, eu fico. — Yuri curvou os lábios em um sorriso e disse.
Josiane ergueu uma sobrancelha.
“Então, para que a chamou?”, ela se perguntou, intrigada.
— Tem