Suas palavras como faca esfaqueava seu coração com as próprias mãos.
- Teresa, só precisava brindar sua cunhada, né?
- O que tem de errado com isso?
- Letícia é realmente compreensiva, o que há de errado em brindar à cunhada?
Teresa manteve uma expressão tensa, lábios cerrados, se aproximou, pegou um copo de vinho da mesa e, diante de Letícia, levantou o copo antes de beber de um gole.
Ela colocou o copo vazio de volta, sem dizer uma palavra, e se virou para sair.
- Nem chamou ela de cunhada.